Ouvintes e Músicas

31 outubro 2010

DEIXE A SUA MARCA

“Se eu não sou apóstolo para os outros, ao menos o sou para vós; porque vós sois o selo do meu apostolado no Senhor” (1 Coríntios 9.2).

Quem é de Deus deve deixar a marca do seu ministério aonde quer que vá, porque, mesmo que, para os outros, ele não tenha valor, aqueles que ajudar serão a prova de que o Pai o usou. Sendo assim, todos os que amparamos na fé são a evidência de que, por nosso intermédio, o Senhor falou ou fez algo em favor deles. Porém, os que não fazem nada para o Altíssimo irão surpreender-se no dia do Juízo, pois, como a parábola dos Dez Talentos narra, devolver intacto o que o Todo-Poderoso lhe concedeu não priva alguém de ser enviado para as trevas exteriores, onde haverá tormento eterno (Mateus 25.14-30).

Deus, ao batizar-nos com o Espírito Santo, equipa-nos com Seu poder para que realizemos Sua obra. Por isso, não podemos ser tímidos nem descrentes. Afinal, se formos ousados em crer no que o Pai afirma a nosso respeito, cumpriremos a missão que Ele nos concedeu. Já quando não damos crédito à autoridade que nos foi outorgada, fazemos um grande mal àqueles que precisam ser abençoados com o revestimento de poder que foi colocado em nós, além de deixamos de receber as bênçãos, pois é doando aos outros que somos recompensados (Lucas 6.38).

É fácil nos convencer de que o Todo-Poderoso está usando a nossa vida, mas onde está a prova? Quantas pessoas podem dizer que, de fato, nós as ajudamos? O Senhor quer que tenhamos instrumentalidade para alcançar, curar e libertar os sofredores, por isso, concedeu-nos o poder que estava sobre Jesus para fazermos as mesmas obras do Mestre.

A parábola em questão narra a história de um cidadão que recebeu um talento e a ordem de seu senhor de negociar aquilo que obtivera, mas, por preguiça ou por outra inspiração satânica, não fez o que lhe fora mandado. No acerto de contas, ele até provou que era honesto e devolveu intacto o talento, mas foi condenado, pois, apesar de sua honestidade, não demonstrou obediência em cumprir o que lhe fora ordenado. Consequentemente, foi enviado para as trevas exteriores, onde haverá para sempre ranger de dentes e todo tipo de sofrimento.

Quem vive de braços cruzados, não abre a boca para falar do amor divino, não dispensa tempo para o Senhor, não leva um perdido à igreja nem faz o que Jesus ordena deve preparar-se, pois a Bíblia declara que quem soube da vontade do seu patrão e não a realizou recebeu a pior sentença.

Muitos podem não ver valor algum em você, mas aqueles que receberem sua ajuda provarão que o Senhor não errou quando o chamou para ser dEle. Sua marca deve ser deixada por onde quer que você passe.

20 outubro 2010

O estado dos discípulos

Porque, agora, vivemos, se estais firmes no Senhor (1 Ts 3.8).

A alegria que temos pelo sucesso de nossos filhos espirituais é enorme; porém, não é menor a tristeza quando os vemos fazer o caminho de volta. Paulo disse que vivia ao ouvir as novas trazidas por Timóteo a respeito dos tessalonicenses. Estar firme no Senhor é o que importa. A nossa recompensa será ver ou saber que o nosso fruto permanece, pois, para isso, fomos chamados pelo próprio Senhor Jesus. Portanto, cuide do estado do seu rebanho.

Paulo tinha uma apreciação grande pelas pessoas que ele levou a Cristo. Mesmo estando em privações, o apóstolo se sentia vivo pelo fato de os tessalonicenses estarem firmes no Senhor. Essa satisfação também inunda o coração de todo aquele que, verdadeiramente, faz a obra de Deus. Para essa pessoa, a alegria independe do que esteja passando ou sofrendo, pois o que importa é o crescimento do Reino de Deus e a glorificação do Senhor.

Ver os “filhos” espirituais firmes em Deus é o que mais nos agrada. O triste para um “pai” é constatar que quem ele gerou em Cristo está trilhando o caminho de volta ao pecado. Não há nada que traga indignação maior do que saber que um crente está na desonestidade, ou retornou para as drogas, caiu em adultério etc. Os chamados pelo Senhor se realizam ao observar que aqueles que foram salvos por seu intermédio têm-se destacado na obra divina.

Sem dúvida, ouvir que os nossos discípulos estão tendo sucesso nos faz muito bem, como se nós mesmos estivéssemos sendo bem-sucedidos. Quando soube das novas trazidas por Timóteo, Paulo recobrou o ânimo. Todas as pessoas beneficiadas pelo nosso ministério devem também fazer chegar até nós o relato de como foram felizes na fé. Somos sensíveis e, por isso, ouvir tais notícias nos faz um bem tremendo.

Fica a palavra do apóstolo: Estais firmes no Senhor. Tudo o mais é transitório e tem pouca influência. No entanto, estar firme na fé ajuda aquele que assim se encontra e faz com que outros também passem a agir da mesma maneira. Isso é atingir o propósito do Senhor em todos os sentidos, segundo a direção que Ele mesmo concede.

Jesus disse que Ele nos escolheu e nos nomeou. Ele não fez isso para que ficássemos “marcando passo”, mas para darmos frutos permanentes. O Mestre ainda falou sobre a recompensa: seremos atendidos em tudo o que pedirmos ao Pai.Veja como estão aqueles que, por seu intermédio, foram resgatados para o Reino de Deus.

08 outubro 2010

DISCÍPULOS



Porque, agora, vivemos, se estais firmes no Senhor (1 Ts 3.8).

A alegria que temos pelo sucesso de nossos filhos espirituais é enorme; porém, não é menor a tristeza quando os vemos fazer o caminho de volta. Paulo disse que vivia ao ouvir as novas trazidas por Timóteo a respeito dos tessalonicenses. Estar firme no Senhor é o que importa. A nossa recompensa será ver ou saber que o nosso fruto permanece, pois, para isso, fomos chamados pelo próprio Senhor Jesus. Portanto, cuide do estado do seu rebanho.

Paulo tinha uma apreciação grande pelas pessoas que ele levou a Cristo. Mesmo estando em privações, o apóstolo se sentia vivo pelo fato de os tessalonicenses estarem firmes no Senhor. Essa satisfação também inunda o coração de todo aquele que, verdadeiramente, faz a obra de Deus. Para essa pessoa, a alegria independe do que esteja passando ou sofrendo, pois o que importa é o crescimento do Reino de Deus e a glorificação do Senhor.

Ver os “filhos” espirituais firmes em Deus é o que mais nos agrada. O triste para um “pai” é constatar que quem ele gerou em Cristo está trilhando o caminho de volta ao pecado. Não há nada que traga indignação maior do que saber que um crente está na desonestidade, ou retornou para as drogas, caiu em adultério etc. Os chamados pelo Senhor se realizam ao observar que aqueles que foram salvos por seu intermédio têm-se destacado na obra divina.

Sem dúvida, ouvir que os nossos discípulos estão tendo sucesso nos faz muito bem, como se nós mesmos estivéssemos sendo bem-sucedidos. Quando soube das novas trazidas por Timóteo, Paulo recobrou o ânimo. Todas as pessoas beneficiadas pelo nosso ministério devem também fazer chegar até nós o relato de como foram felizes na fé. Somos sensíveis e, por isso, ouvir tais notícias nos faz um bem tremendo.

Fica a palavra do apóstolo: Estais firmes no Senhor. Tudo o mais é transitório e tem pouca influência. No entanto, estar firme na fé ajuda aquele que assim se encontra e faz com que outros também passem a agir da mesma maneira. Isso é atingir o propósito do Senhor em todos os sentidos, segundo a direção que Ele mesmo concede.

Jesus disse que Ele nos escolheu e nos nomeou. Ele não fez isso para que ficássemos “marcando passo”, mas para darmos frutos permanentes. O Mestre ainda falou sobre a recompensa: seremos atendidos em tudo o que pedirmos ao Pai.

Veja como estão aqueles que, por seu intermédio, foram resgatados para o Reino de Deus. O estado deles na fé poderá ajudá-lo muito, ou impedi-lo de ser atendido.

01 outubro 2010

PECADO À VISTA



“E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, adornada com ouro, e pedras preciosas, e pérolas, e tinha na mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição” (Apocalipse 17.4).


Ainda hoje, muitos dos que estão no erro se esmeram por usar as mais ricas roupas e adornos de altíssimo valor. Que contraste! Vestimentas impecáveis contrapondo-se à sujeira marcante do pecado. Não queremos criticar os que zelam pela boa aparência; afinal, os que servem a Deus também podem ter esse cuidado. No entanto, não devem fazer dele o adorno de sua vida, pois um espírito manso e tranquilo é o que se destaca em quem, realmente, é um servo do Altíssimo.

Aquele que é dominado pelo pecado, geralmente, esforça-se para comprar uma casa que chame a atenção, um carro de luxo e vestes extravagantes. Não há mal nenhum em ter esses bens e usá-los. O melhor, no entanto, é estar em paz com Deus e viver em Sua presença, sem nada que desabone sua conduta.

Não há nada de errado em possuir bens, pois alguém que se vista de modo simplório ou não use enfeites também pode ter o coração dominado pelo espírito do erro. Sem dúvida, não são propriamente os adereços que fazem alguém pecar.

Mas o que destaca um servo de Deus é a mansidão, a tranquilidade e o amor para com todos. Afinal, fazer o bem aos de fora, e também aos domésticos da fé, é norma bíblica (Gálatas 6.10). Então, cuidado com os golpes do maligno, porque ele é mestre em plantar armadilhas.

Alguns dos mais consagrados servos de Deus têm caído nessas arapucas do inferno. Fuja delas! Não se deixe levar pelo espírito da corrupção, pois um abismo chama outro abismo (Salmo 42.7). Isso quer dizer que, se você for vencido por qualquer tentação, aquele demônio vitorioso abrirá as portas para seus comparsas, os quais entrarão em sua vida e farão de você alguém triste e frustrado.

Só há alegria e realização quando o coração está limpo e cheio da presença do Senhor, e essa comunhão com o Pai é sinal de que você está no Caminho. Por isso, se não a tiver, entre em oração imediatamente!

22 setembro 2010

A IMPORTÂNCIA DA INTERCESSÃO



“E disse o SENHOR: Conforme a tua palavra, lhe perdoei” (Números 14.20).



A intercessão tem um poder muito grande diante do Senhor. Moisés clamou ao Altíssimo quando, aparentemente, não havia mais saída para os filhos de Israel. Esse fato é um exemplo de que o nosso Deus dá ouvidos aos Seus servos, quando eles intercedem pelos perdidos. A ousadia na intercessão move o Senhor.
Quem sente o chamado para ser intercessor deve entender que tem um ministério dado pelo Pai para ser executado com sucesso. Essa pessoa possui a autoridade concedida por Deus de pleitear a causa de alguém e “tapar a brecha”. Ao executar sua missão, o intercessor descobre palavras, argumentos, que jamais pensou possuir e alcança a vitória por estar seguindo a direção do Senhor.
No caso que estamos estudando, Deus disse a Moisés que o tinha ouvido e afirmou-lhe que havia perdoado a nação de Israel. Se esse servo do Senhor não tivesse pleiteado de modo correto, o Altíssimo teria destruído todos aqueles que saíram do Egito e feito de Moisés a nação escolhida. Na verdade, não havia mais saída para os hebreus, no entanto, a intercessão de Moisés mudou esse quadro.
Se o povo de Deus clamar segundo a vontade do Senhor, expressa nas Escrituras, o Senhor ouvirá e libertará os pecadores que tanta vergonha e males causam à sociedade. Não podemos permitir que os perdidos partam sem terem tido a oportunidade de conhecer Jesus – podemos levar milhões para o Céu.
A intercessão, bem como qualquer outro ministério, precisa ser feita com intrepidez. Desse modo, quem executar a sua chamada, com coragem e destemor, verá o Senhor mudando as situações, perdoando pecadores, curando enfermos e dando novas oportunidades a quem se acha perdido nos enganos do diabo.
Desempenhe sua missão no Corpo de Cristo com fé e determinação. Não tenha receio de se colocar diante de Deus e pleitear a causa dos perdidos, mas use os argumentos que a Palavra de Deus fornece. Quem militar com as armas da justiça, sem dúvida, verá o poder de Deus atuando em favor dos que foram abençoados por meio de suas orações. O intercessor pode muito em seu ministério.
Não importa a missão que Ele nos dá. Ao exercê-la, veremos que isso é o que agrada ao nosso Pai e, então, obteremos sucesso, sabendo que a alegria do Senhor é a nossa força (Neemias 8.10). Faça uso do ministério da intercessão e seja uma bênção para os sofredores. Qualquer trabalho realizado com fé é bem-sucedido.

10 setembro 2010

PÉSSIMA ESCOLHA





“E, se escolhia deuses novos, logo a guerra estava às portas; via-se, por isso, escudo ou lança entre quarenta mil em Israel?” (Juízes 5.8).



Essa situação não foi planejada nos Céus. Israel, enquanto fosse fiel a Deus, não entraria em guerra – e que isso sirva de aviso para a igreja de hoje! Muitos cristãos têm escolhido deuses novos. No entanto, essa falta de temor ao Altíssimo, de confiar em Sua Palavra, está fazendo Seu povo sofrer tanto quanto os perdidos. Afinal, onde Se encontra Aquele que respondia aos profetas no passado? Onde estão as promessas para os servos do Senhor?
Os planos que Deus tem para nós são os melhores. Em Cristo, encontramos paz completa e solução para as situações mais difíceis. Porém, em muitos casos, não é o que vemos acontecer. É claro que o Todo-Poderoso não planejou essa condição para nós, mas a rebeldia do povo impede que Ele aja em favor dos Seus. Sendo assim, os fracassos que vemos hoje são resultado de uma fé fraca, poluída e impotente para vencer as forças malignas.
Se Israel tivesse sido fiel ao Altíssimo, Deus não teria permitido que a guerra chegasse àquele território. Hoje, pode-se afirmar o mesmo em relação aos filhos de Deus. Quem guarda os mandamentos e os cumpre prova que ama o Senhor. Consequentemente, também é amado pelo Pai, e o próprio Jesus o ama e Se manifesta a ele.
Tudo o que foi escrito na Bíblia Sagrada serve de lição para nós. A igreja de Cristo deve dedicar-se mais à Palavra, e não desprezá-la. Para receber as bênçãos e amar o bem, o certo é deixar de praticar o mal e passar a cumprir o mandamento divino. Assistir a certos tipos de filme, por exemplo, pode fazer com que alguém deixe o Senhor e se torne súdito de Eros – o deus mitológico da pornografia –, o qual nada mais é do que o próprio diabo. O mesmo acontece com os que mentem, enganam, traem etc. Eles assumem esse e outros deuses como senhor de sua vida.
Deixar de temer o Todo-Poderoso e começar a se deixar levar pelo erro farão de qualquer cristão um sofredor igual aos pecadores, pois o Senhor não pode guardar quem não se guarda. Nós nos tornamos servos daqueles a quem servimos. Então, devemos examinar, com cuidado, quem tem sido o Deus da nossa vida.
Muitos perguntam: “O Senhor mudou? Ele não responde mais hoje como fazia antigamente?”. Sem dúvida, Ele não mudou, e nunca mudará (Hebreus 13.8). Mas, nos dias bíblicos, nem todos tinham o Senhor operando em seu favor. Somente aqueles que, de fato, serviam-Lhe é que podiam contar com Ele, pois, sem fé, Deus não pode operar (Hebreus 11.6a).
Então, se você tem escolhido deuses novos, volte-se exclusivamente para o Altíssimo, e Ele cuidará de você, como sempre fez com quem Lhe serviu no passado.

01 setembro 2010

O REI QUE ACERTOU



E a todos os sacerdotes trouxe das cidades de Judá, e profanou os altos em que os sacerdotes incensavam, desde Geba até Berseba, e derribou os altos das portas, que estavam à entrada da porta de Josué, o chefe da cidade, e que estavam à mão esquerda daquele que entrava pela porta da cidade (2 Reis 23.8).


Aos oito anos, Josias foi coroado rei de Judá. Ele agiu como um Homem temente a Deus e criou um reavivamento sem precedente em sua nação, tornando-se, assim, o exemplo de pessoa que o Senhor procura para ser Seu adorador. A oportunidade de fazermos algo para o Altíssimo é agora. Quem se compromete com o mundo não pode ser usado por Ele (Deus).
Apesar de Ezequias, avô do rei Josias, ter sido um grande homem de Deus, seu filho, Manassés, ao contrário, foi um grande servo do diabo, pois instituiu, promoveu e apoiou a idolatria em Canaã. Amom, o pai de Josias, reinou somente dois anos em Judá. Por fazer o que era mau aos olhos do Senhor, morreu muito jovem – com apenas 24 anos. O povo, então, coroou Josias como rei, apesar de este ter apenas oito anos. Logo, ele mostrou que tinha maturidade suficiente para ser o soberano de Judá, pois empreendeu uma verdadeira revolução de costumes, levando seu povo a se aliançar com o Altíssimo.
A leitura do livro da Lei impactou Josias, por isso, decidiu levar o povo de Israel a buscar o Senhor. Além disso, mandou desfazer o que os seus antecessores haviam feito de errado: os altares e demais imagens que incentivaram o culto a baal. Não tardou para que um despertamento espiritual ocorresse em seu território. Ele, então, provou que uma pessoa segundo a direção de Deus pode mudar toda uma nação.
Esse é o tipo de pessoa que agrada a Deus. Josias se pôs a buscar o Senhor, tomou decisões corretas aos olhos do Senhor e, em pouco tempo, o culto aos demônios era apenas uma vaga lembrança no meio dos israelitas. Hoje, Deus procura adoradores que O adorem em espírito e em verdade (João 4.23,24) - aqueles cujos corações estejam em Suas mãos e cumpram Sua Palavra.
O segredo é entender que a oportunidade de realizar algo para o Senhor é agora. O rei Josias não esperou que o povo compreendesse que a idolatria era errada, mas deu o exemplo, mandando destruir os utensílios que serviam de laço para o envolvimento maligno.
Ninguém deve esperar ouvir uma voz dos Céus ordenando fazer o que é correto. Quando o Senhor -lhe falar através da Bíblia deve ser logo aceito e praticado. É assim que se agrada a Deus. Por outro lado, fazer pouco caso das advertências divinas, não se submeter ao Senhor e deixar-se levar pelas tentações roubam-nos a oportunidade de conhecer Aquele que é o Criador de todas as coisas, o Deus bom, puro, o qual pode sempre resolver os nossos problemas.

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